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Formação
Formação
Formar, promover e educar


Sendo o desporto um dos anseios das populações, exige que as diferentes entidades com capacidade de intervenção, utilizem as suas possibilidades de forma conjugada e articulada, proporcionando melhores e reais condições de acesso à prática desportiva.

E com base neste pressuposto que o Núcleo de Basquetebol da ACERT traça a sua linha de acção e a sua aplicação no concelho de Tondela, tentando proporcionar melhores e reais condições de acesso à prática desportiva dentro da modalidade. É neste contexto, que através de algumas parcerias, há uma tentativa que permite a rentabilização de meios e áreas de intervenção, orientados para objectivos comuns.

Desses objectivos destaca-se o fomento e prática do basquetebol junto dos jovens do Concelho, bem como a sensibilização e motivação dos mesmos para a actividade fisica utilizando as acções desportivas como um espaço de enriquecimento educativo e técnico-pedagógico. É também importante assegurar a prática regular e sistemática com vista a aperfeiçoar as capacidades dos jovens reveladas na fase de ensino, bem como sensibilizar os Pais para as actividades, procurando o seu apoio e participação, alargando assim o convívio entre os mais diversos participantes.
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Participa neste espaço dedicado aos escalões de formação deixando a tua opinião, comentando um resultado ou até mesmo um jogo que se aproxima e demonstra o que pode haver de bom ou de menos bom neste nosso clube.




Comentarios
Existem 2 comentários.
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Luís Carlos Carmo | 2009-05-04

Basquetebol Positivo
Muito se tem escrito sobre arbitragem e sobre os problemas que ela parece que vem levantando.
Se por um lado parece ser opinião geral que existem problemas, sabemos que uns se queixam mais do que outros, dependendo da dimensão do clube que treinam, das responsabilidades que têm, ou da ainda da escada hierárquica que querem subir. Ainda que não acredite no actual modelo de formação de juízes proposto pela generalidade das federações, não vou por aí. Para contrariar essa ideia deixo aqui mais um contributo para que todas as situações ligdas a este sector do jogo possam melhorar.
Proponho pois que se criem os Cursos de Formação Profissional de Árbitros inscritos com as seguintes componentes curriculares:


Área Sociocultural


1.Língua Portuguesa
2.Língua(s) Estrangeira(s)
3.Área de Integração (Cultura Geral)
4.TIC - Tecnologias da Inf. e Comunicação
5. Educação Física

Componente de Formação Científica

Matemática
Ciências da natureza

Componente de Formação Técnica

Técnica de Arbitragem
Tecnologias Aplicadas à Arbitragem
Documentações e Registos em sistema de Rede.

Formação em contexto de Trabalho (Estágio 1,2 e 3 )
1. Minibasquete e Iniciados
2. Iniciados e Cadetes
3. Cadetes e restantes.

Os Cursos poderiam ficar sediados em escolas profissionais comuns, criando-se a categoria profissional de árbitro.

A responsabilidade das subidas e descidas de categoria seriam orientadas pelo CAN Conselho de Arbitragem Nacional em provas cruzadas e supra-regionais,custeadas pela respectiva federação.
Ter-se-ía de rever todo o sistema de promoções e despromoções, pois dar-se-ía um valor acrescentado ao percurso escolar e não à dimensão da proveniência associativa.
O teor desta proposta foi por mim apresentada em várias reuniões da Associação de Basquetebol de Viseu estando aberto a pensar com todos os que positivamente tenham contributos para melhorarmos.


Luis Carlos Carmo | 2009-04-23
Matar a “Galinha dos ovos de ouro”
Arrisco hoje o primeiro comentário neste blog dedicado à formação nesta nossa página.
Como treinador, confesso que falarei de alguns erros que também cometi e que procurarei não repetir, a bem do desenvolvimento da modalidade de que tanto gostamos. O nosso clube não é diferente de nenhum dos outros e também aqui as mudanças de mentalidade serão sempre progressivas, mas necessárias.
Por outro lado é minha intenção perceber quais as opiniões de outros colegas treinadores quanto ao conjunto de ideias que apresentarei seguidamente e respectiva fundamentação.

O Basquetebol não é a primeira modalidade em Portugal em número de praticantes, talvez nem a segunda. A FPB e quase todos os clubes têm feito um enorme e louvável esforço para promover o minibasquete através de múltiplas iniciativas. Julgo que com mais alguns ajustes como por exemplo uma competição de infantis com regras adaptadas ao escalão (já realizada por algumas associações) retiraremos daí bons resultados quanto ao futuro número de praticantes.
Depois, como todos entendemos, importa manter as crianças a praticar, motivando-os através de desafios progressivamente mais aliciantes, experimentando e corrigindo as suas aprendizagens.
Toda a atenção que vem sendo dedicada ao escalão de Sub-14, com a criação de um Regulamento Técnico e Pedagógico específico, tem como objectivo, elevando a auto-estima, desenvolver as capacidades necessárias ao jogo no futuro.
Estará esse mesmo regulamento actualizado face:
- Esforço/tempo e jogo solicitado aos atletas;
- Ao número de atletas implicados em cada jogo (ainda esta questão).

Concretizo dando um exemplo.
Toda a preparação e momentos competitivos da Selecção Distrital de Sub-16 Femininos da Associação de Basquetebol de Viseu, da qual fui responsável durante os últimos dois anos, foi orientada segundo o Regulamento Pedagógico do Escalão de Sub-14, indo um pouco mais longe, ou seja, subdividi os períodos de actividade propostos para as atletas (10m) em sub-períodos de 5 minutos, onde as primeiras 5 atletas eram substituídas por outras tantas diferentes nos segundos 5 minutos, obrigando-me a utilizar todas as jogadoras da selecção até final do 3º período.
Observei do ponto de vista positivo:
1. Aumento da implicação de todos os elementos no grupo equipa;
2. Maior atenção na vontade do desempenho da tarefa;
3. Maior disponibilidade geral para o desempenho da tarefa;
4. Maior adesão dos Encarregados de Educação;
5. Melhorámos globalmente os resultados da Selecção.
Do ponto de vista negativo:
1. Ainda assim as atletas têm dificuldade em responder ao que lhes é solicitado pelas necessidades do jogo.
Esta situação foi colocada ao DTR da AB Viseu finda a interrupção escolar do Carnaval 09, quando após o Torneio das Máscaras em Vila Real, em conjunto com a Seleccionadora de Sub-14 Femininas e em reunião por nós solicitada, afirmámos que não nos parecia possível solicitar às nossas atletas Sub-14 e Sub-16, esforços descontínuos durante períodos de 10 minutos, solicitando em próximas épocas desportivas uma revisão dos regulamentos dos respectivos escalões.
Mais tarde, em Portimão, aquando da Festa do Basquetebol 2009, tive igualmente oportunidade de manifestar esta nossa opinião ao Prof. Orlando Simões. Aliás no Clínic de Treinadores aí realizado, o Prof. Ricardo Vasconcelos, face às características morfológicas das nossas atletas colocou uma ênfase muito forte na intensidade defensiva e na responsabilização, pessoal traduzida se necessário for na rotatividade constante de todas as atletas das equipas.

Por paradoxal que possa parecer (mas não é), a experiência com escalões seniores diz-me que poucos (ou nenhuns) são os casos em que tal situação se verifica, ou seja de jogadores (as) que consigam atacar e defender dentro de um padrão de elevada intensidade ininterruptamente durante 10minutos, quanto mais crianças ou adolescentes.
Ora retomando o meu raciocínio inicial sou levado a concluir duas coisas claras:
1. Os Regulamentos face aos esforços solicitados, devem ser revistos;
2. Se queremos um melhor Basquete precisamos de mais atletas em cada uma das equipas, porque o trabalho que lhe vamos pedir é muito e de elevada intensidade, devendo para tal mantê-las na base da pirâmide (Minis, Sub-14 e Sub-16).


Admitindo todas as opiniões possíveis aqui fica a minha proposta para os escalões de Sub-14 e Sub-16.

Escalão de Sub-14

- As equipas têm de ser obrigatoriamente constituídas no mínimo por 10 jogadores;
- O tempo de jogo mantém-se em 40 minutos;
- O jogo passa a ser subdividido em períodos de 5 minutos, ou seja, far-se-ia uma nova interrupção a meio do cada período, apenas para trocar os 5 primeiros jogadores pelos outros 5 que estariam no banco e assim sucessivamente até ao fim do jogo;
- Caso e equipa seja constituída por 11 ou 12 jogadores, os 11º e 12º jogadores deverão obrigatoriamente jogar 10m (dois períodos de 5m).

Escalão de Sub-16

Neste caso as alterações propostas são na minha opinião mais simples quanto à sua redacção. Proponho apenas que se adopte o actual Regulamento Técnico Pedagógico do escalão de Sub-14.


Com as devidas diferenças em termos de desenvolvimento morfológico, penso que do ponto de vista da auto-estima do atleta, haverá semelhanças quanto à desmotivação e consequente abandono, se estabelecermos um paralelo entre a situação de um atleta do escalão de Sub-14 que vai à convocatória e é utilizado pouco ou mesmo nenhum tempo, e outro jogador integrado no escalão de Sub-16 que passa sucessivos jogos na convocatória, no banco, mas sem ser utilizado. Se no primeiro caso se trata da adesão a algo de novo (à modalidade, ao grupo, etc.), situações a que já vamos dando alguma atenção, no segundo caso este conjunto de factores não se esgotou acrescentando-lhes outros como o do papel no grupo, a afirmação da sua personalidade, os retornos públicos, face à observação de elementos do sexo oposto etc. Mantém-se a ideia de sempre (até em seniores) – “Se não jogo, não sou importante e se não sou importante, não ando aqui a fazer nada, se não ando a fazer nada vou-me embora”.
Não me parece que neste ultimo caso estejamos neste momento a fazer tudo o que podemos para melhorar o nosso Basquetebol.

Fica portanto esta proposta para que todos os amigos desta nossa modalidade possam comigo partilhar opiniões, para que quando solicitados todos os nossos atletas possam dar o melhor de si em favor da modalidade, tanto a nível nacional como internacional, evitando a todo o custo “Matar a Galinha dos Ovos de Ouro”.

Um Abraço

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