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Acert


Descrição do Espaço

Auditório 1/Cine-Tejá
276 lugares, 2 camarins, sub-palco, caixa de palco com teia - sistema de varas contra-pesadas e motorizadas, 5 varandas de trabalho, quarteladas de 2,5X2,25m., Palco elevatório de 2,20X2,20m. e cabina técnica/ 280 circuitos de iluminação e equipamento de som, panejamento preto, ciclorama, cortina de ferro, pano de boca e porta automática - boca de cena do auditório ao ar-livre;



Auditório 2
116 lugares, 2 camarins, sala de figurinos e cabina técnica/ 72 circuitos de iluminação e equipamento de som; Dimensões palco: largura - 9,90m.; fundo a 5m. de altura - 6,50m/ fundo complementar a 2,60m de altura - 3,30m.

. Bar
. Galeria de exposições e sala de apoio;
. Oficina de Artes Gráficas e Fotografia;
. Estúdio de Gravação Áudio;
. Estúdio de Gravação e Montagem Vídeo;
. Sala Orgânica - ensaios, espectáculos, gravação, dança, reuniões, formação, exposições;
. Auditório ao Ar- Livre: 470 lugares, cabina técnica , proscénio avançado/ cais de descarga;
. Oficina de Sonoplastia e Iluminação;
. Oficina de Desenho Gráfico;
. Sala de Reuniões;
. Salas de Formação;
. Sala de Produção;
. Instalações Sanitárias de apoio ao espaço exterior;
. Secretaria;
. Loja Cultural.



Novo Ciclo Acert

Iniciando a sua actividade num espaço exíguo, em 1979, a ACERT vem a instalar-se num antigo Hospital que reconstruiu para dar resposta a uma actividade cada vez mais ampla de dinamização cultural.

A intensidade e diversidade da actuação, o envolvimento público nas várias actividades promovidas, os serviços culturais oferecidos e a forte implantação do projecto a nível nacional e internacional, levaram a um aumento significativo da sua actuação, apresentando à Câmara Municipal de Tondela, em 1991, uma proposta de recuperação do antigo Ciclo Preparatório, e sua conversão no Novo Ciclo - Centro de Recursos Culturais e de Desenvolvimento Regional de Tondela. Esta proposta recebeu a maior aceitação da autarquia, iniciando-se todo um conjunto de estudos e reflexões sobre a natureza do projecto.

Uma das premissas importantes assentava na experiência e implantação da ACERT, representando, esta mais valia, um factor de garantia na apresentação do projecto e na atracção de recursos financeiros para a infra-estrutura.

Pretendeu-se ir além dos limites do concelho, e dotar a região com um projecto cultural pioneiro, que, pela oferta cultural de que passaria a dispor, a dinamizasse e projectasse no país e estrangeiro, oferecendo alternativas aos criadores, associações e população. Procurava-se, assim, uma actuação cultural nas suas diversificadas vertentes - espectáculos, formação, fixação e atracção de projectos artísticos, implementação de novas formas de actuação e serviços culturais.

A intensa actividade"t_3_2">Internacional
"favorecedora da cooperação, da permuta experimental e de afirmação de identidade dos países que têm o português como língua oficial comum"

A acção desenvolvida, em termos internacionais pela ACERT, colocam-na num espaço privilegiado, resultante da exemplaridade e dos resultados artísticos com que vem estabelecendo, desde há largos anos, uma relação de intercâmbio em diversas frentes:

Assim, por ordem cronológica:

. 1993 / 1994- No nordeste do Brasil, com a Cooperativa Gesto e Fundação Joaquim Nabuco, num intenso programa que mobilizou mais de 200 criadores de ambos os países e se estabeleceu em 5 cidades do nordeste brasileiro e em 10 cidades portuguesas.

. De 1995 a 2003 - Em Moçambique, em programas específicos de intercâmbio cultural com os grupos Mutumbela Gogo e M'Bêu (teatro), Escola de Artes Visuais, Escola Portuguesa de Maputo, Associação dos Músicos Moçambicanos, Associação dos Escritores Moçambicanos, Instituto Camões - Maputo e Cento Cultural Franco Moçambicano.


A acção desenvolvida ao longo destes oito anos envolveu a ida de criadores portugueses nas áreas do teatro, música, cinema, artes plásticas e literatura (mais de uma centena de criadores), sendo de acentuar a organização anual de acções de divulgação da cultura moçambicana, pela produção de edições, conferências, exposições e espectáculos de teatro, musica e dança de Moçambique (abrangendo várias cidades do país e estrangeiro).

Neste âmbito, torna-se importante frisar que a acção se estabeleceu muito para além da apresentação, alargando-se ao universo formativo, através da permuta e diversas Campanhas, promovidas pela ACERT, junto da sociedade civil e instituições portuguesas, no sentido da atrair recursos para equipamento técnico de espaços culturais de Maputo e angariação de fundos para causas humanitárias.

Em 2002 e 2003, a ACERT assumiu um papel de destaque na organização do Festival Internacional de Teatro D'Agosto, em Moçambique, sendo a co-produção para a Europa e Américas, cabendo-lhe todo o processo de sensibilização e organização dos grupos internacionais para participação no Festival, bem como atrair recursos e ser interlocutor junto das várias entidades dos países para tornar possível a sua participação.

. De 1994 a 2003 - Cooperação cultural permanente com organizações culturais e criadores das diferentes áreas artísticas da Galiza, traduzidas de diferentes formas:

- co-produção de espectáculos
- convites a criadores nas áreas da interpretação, encenação, música de cena e dramaturgia em produções específicas do TRIGO LIMPO teatro ACERT
- Circulação de espectáculos em Portugal e Galiza (da ACERT e criadores galegos)
- Parceria com organizações culturais galegas em programas de intercâmbio internacionais

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