Guilherme Ventura

Sábado, 21 de julho às 23:30

Auditório Ar Livre

Pela primeira vez em Portugal, o músico multi-instrumentalista mineiro Guilherme Ventura apresenta, no palco do Tom de Festa, as músicas do seu primeiro álbum, Dois lados, lançado no Brasil em 2017, e que evidencia a sua excelência e versatilidade na música e no verso. “Eu me preocupo muito com a sinestesia da música, de fazer a sensação sonora dialogar com a poesia, e, nesse sentido, me espelhei muito no mestre Gilberto Gil”, diz Guilherme Ventura. Atualmente, faz parte do colectivo coletivo IMuNe (Instante da Música Negra), uma plataforma de fomento, produção e divulgação da música produzida por pessoas negras.
No palco do Tom de Festa, Guilherme Ventura é acompanhado por uma banda composta por Rafael Dejero no baixo, Hugo Bizzotto no teclado, André Salles na bateria, e Gui Ventura na voz e guitarras, músicos que integraram o seu mais recente single “Baraúna”.
Nascido em Santa Luzia, Minas Gerais, Brasil, Guilherme Ventura estudou música na Fundação de Educação Artística (BH) e na Universidade de Música Popular Bituca. Premiado em vários festivais de música, atuou no elenco do musical “Madame Satã” dirigido por João das Neves e Rodrigo Jerônimo (2015 – 2016 – 2017), apresentando-se na “Campanha de popularização do teatro e da dança” em Minas Gerais, no Itaú cultural - São Paulo e no Festival Nacional de Teatro em Espirito Santo. Em sua discografia possui o disco Bucadim de Samba (2007), gravado com a Banda Cirandeiros, e seu primeiro álbum a solo, Dois Lados (2017). Atualmente, o artista faz parte do coletivo IMuNe (Instante da Música Negra).

“Baraúna” , novo single de Guilherme Ventura,  foi lançado  no  mês de março deste ano com um show no SESC Palladium, pelo festival IMuNe. Neste trabalho Guilherme Ventura conta com a banda composta por Rafael Dejero (baixo), Hugo Bizzotto (teclado) e André Salles (Bateria). A canção nasce da observação e da escuta de Guilherme Ventura ao quotidiano da mulher negra.
Eneida Baraúna, mulher negra, educadora, cantora, compositora e atriz são quem proporciona esse aprendizado e olhar mais próximo para o compositor, ela é o fio condutor dessa canção que embora mire em uma mulher específica, diz de várias outras que travam batalhas diárias contra o sistema patriarcal  e racista.