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3 Perguntas a
João Paulo Santos
Como é que o mastro chinês chega à tua vida e passa a ser o vector central das tuas criações ou co-criações?
Quando vi alguém fazer mastro pela primeira vez, num festival em França, soube logo naquele momento que era essa técnica que queria desenvolver para me expressar. A simplicidade do objeto agradou- me imenso e ver que havia mil possibilidades de contar historias, ou/e emoções, deixou-me a sonhar.
A companhia que ajudaste a criar, a Último Momento, está sediada em França e tem andado pelo mundo a mostrar os seus espectáculos. Como tem sido essa experiência, desde 2004?
Tem sido uma experiência de vida muito rica, cheia de encontros e novos desafios, mantendo a minha curiosidade sempre desperta, tenho aprendido muito mas confesso que é sempre bom voltar a casa e ver a família, tem sido esse o meu equilíbrio.
A tua relação com a ACERT é antiga, pelo menos desde 2005. Como sentes este regresso, agora para apresentar o espectáculo Mundo Interior?
Como é óbvio, é sempre um grande prazer voltar à ACERT, que considero como uma segunda casa. Foi, aliás, o primeiro espaço que me acolheu em Portugal para estrear a minha primeira peça (Peut-être) em 2005, e sempre que há oportunidade passo por cá para ver os amigos.
______________ 2018-09-21

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