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Auditório Ar Livre Sábado, 16 Jul'11, às 21:45
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DIABO NA CRUZ
Portugal Tom de Festa'11
Rock de braço dado com a música tradicional portuguesa num cocktail servido por uma das bandas mais virtuosas da actualidade. Fazem a ponte entre duas margens que viveram separadas durante mais de trinta anos: a da Música Moderna Portuguesa e a da Música Popular Portuguesa. Com temas que são do mais fresco e entusiasmante que se tem feito por cá, os cinco músicos recuam ao tempo das sonoridades tradicionais e juntam-lhes a atitude do século XXI.
Perdoando o folclore português, apresentam-se com guitarras aceleradas e letras contagiantes. É a música popular ao ritmo de um bom rock pop, numa mistura que não abdica de uma injecção permanente de criatividade e dinamismo em palco.
Letras, métrica, interpretação e, sobretudo, composição fazem de “Virou!”, o primeiro álbum de Diabo na Cruz, um trabalho singular. Há muito que a música portuguesa carecia de um Tropicalismo capaz de nos unir, juntando o génio de José Afonso ao de António Variações… sem fronteiras!
“Os Diabo na Cruz não são nova música urbana, como Deolinda e Virgem Suta. Não são reinterpretações populares de velhos cantares como Brigada Victor Jara e Ronda dos Quatro Caminhos, nem fusões pan-europeias como Dazkarieh e Uxu Kalhus. São rock com travo estético e autoral nacional.” Sérgio Bastos (Expresso – Maio 2010)
"Entre os discos onde se vislumbra alguma memória da música popular portuguesa, este é a coisa mais fascinante que por cá já se escutou desde o projecto Humanos. (...) Um consolo para a alma.
Que Deus abençoe este Diabo." João Miguel Tavares, Time Out
"Um supergrupo nacional que junta Jorge Cruz, B Fachada e Bernardo Barata, entre outros, na
união definitiva e quase perfeita do melhor rock com a tradição portuguesa." António Pires, i
"Um retomar de relações com heranças que marcam uma identidade de tempo e de lugar. O nosso lugar. Exorcizam, como há muito se não ouvia, o que parecia ser uma má relação da música portuguesa com genéticas de um Portugal musical profundo." Nuno Galopim, Sound+Vision
“A super banda portuguesa "virou" o Musicbox do avesso na apresentação do seu primeiro LP. E a RDB aproveitou para saber o que os faz dançar o Vira. (…) O álbum “Virou!”
Jorge Cruz já cá anda há muito tempo, já o dissemos. Em 1998 formou os Superego. Relativamente ao único álbum da banda, escreveu no myspace que a crítica o elogiou por “ter uma carta sépia”. Parece provocação. Uma espécie de crítica à crítica. Os Superego terminaram mas Cruz manteve o espírito empreendedor e, em 2002, lançou “Sede”, o álbum a solo. Entretanto não mais ouvimos falar dele. Felizmente ouvimos agora.
Letras rústicas e rurais, pois bem. O folclore pensávamos nós, há dois meses atrás. A música popular portuguesa, pensamos agora Os teclados são marados, alegres e eufóricos. As harmonias de fachada são um agradável bónus – em boa hora Jorge Cruz o recrutou - e a braguesa confere um som único aos Diabo na Cruz. É um disco bem disposto e em que se nota uma enorme vontade de desbravar novos caminhos e encontrar uma identidade. (…) Há uma cerrada crítica social, usando o passado para criticar o presente («Loucos») e «Casamento» que está para “Virou!” como «Movimento Perpétuo Associativo» está para “Canção do Lado” dos Deolinda. (…) In, Visuais & Barulhos - Edição nº52/Janº 2010
Ficha Técnica Jorge Cruz - guitarra e voz | B Fachada - viola braguesa e voz | Bernardo Barata - baixo e voz | João Gil sintetizadores | João Pinheiro - bateria e percussão
http://www.myspace.com/diabonacruz
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