1325
Peripécia Teatro FINTA'12
Ternura e humor num espetáculo surpreendente.
1325 - Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que exorta aos estados membros a inclusão das mulheres na construção e manutenção da Paz.
Em 1325, três Avós vivem num espaço habitado por roupa e memórias: Roupas penduradas, memórias guardadas, roupas em fardos, memórias a monte, roupas coloridas, trágicas memórias. São as Avós quem nos guiam pelo universo da Mulher e sua relação com a Paz, numa narrativa formada por vários quadros que se centram no ativismo de uma mulher ou conjunto de mulheres. Cada quadro aflora com uma forma narrativa própria, a partir daquilo que é sugerido pelas ações e sensibilidades geralmente associadas ao universo feminino. A partir de atividades domésticas, canções de embalar e jogos de criança, emergem personagens como Rosa Parks, Aung San Suu Kyi, Aminetu Haidar, Wangari Maathai ou Graça Machel. O tom narrativo de 1325 está intrinsecamente associado à ternura e ao humor, procurando intensificar o espírito de positivismo que dá força a estas mulheres que, por todo o mundo, vão tecendo, com paciência, um vestido branco do tamanho da Terra.
“Da Guerra ocupar-se-ão os homens” Homero, A Ilíada
“Da Paz ocupar-se-ão as mulheres” Anónimo do séc. XXI
Ficha Técnica
Criação* e interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho
*Livremente inspirada em 1325 Mujeres Tejiendo la Paz, obra coletiva dirigida por Manuela Mesa Peinado, editada pela Fundación Cultura de Paz, Madrid.
Iluminação: Paulo Neto Máscaras, Design-gráfico: Zétavares Operação de Luz: Paulo Alves Arranjos Musicais e interpretação: Plácido Carvalho y Luís Filipe Santos Som (captação e Edição): Paulo Almeida Adereços de figurinos: Sara Casal Fotografia: Miguel Meireles Produção executiva: Sara Casal Cocriação, Dramaturgia e Direção: José Carlos Garcia
Maiores de 12 anos Duração: 75 minutos
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