12 ago
qua
21:30
teatro 20 Dizer Trigo Limpo teatro ACERT A palavra com som, cor, corpo e alma.
Classificação
Maiores de 12
Duração
60 minutos
Preço
Gratuito
12 ago
qua
21:30
A palavra com som, cor, corpo e alma.

teatro

Que bicho é que nos mordeu

gratuito

Classificação
Maiores de 12
Duração
60 minutos
Preço
Gratuito

Calendarização

12 ago
qua
21:30
Tondela  (Lg. do Terreiro - Parada de Gonta)
13 ago
qui
21:30
Tondela  (Zona de Lazer de Ferreirós do Dão)
14 ago
sex
21:30
Tondela  (Parque de Vila Nova da Rainha)
27 ago
qui
21:30
Tondela  (Zona de Lazer de S. João do Monte)
28 set
seg
21:30
Tondela  (Multiusos de Sabugosa)
29 ago
sáb
21:30
Tondela  (Associação de Caparrosinha)

20 Dizer

Trigo Limpo teatro ACERT

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num desafio artístico que explora a musicalidade da palavra dita, cantada e teatralizada, voando em múltiplas geografias.
Os textos e poemas adquirindo inovadas abordagens teatrais num repertório que se renova em cada apresentação.
A palavra migrando em sonhos, insubmissões e coragens. A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a impulsos e sentidos onde a palavra devaneia.
Poesia ambulante? Música à solta? Tão só os encantos da escrita a deambular na voz de quem com ela se comove para criar momentos onde os sentimentos são sincera e despojadamente expressos.
Mais de uma centena de apresentações nacioanais e internacionais e a edição do trabalho discográfico “20 Dizer | RECados” comprovam que o prazer de fazer de cada palco ou lugar improvável, um espaço de encontro e de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, renovando o repertório continuamente.


Sessões especiais para público escolar
Diálogo poético-musical sobre “A importância do humor na aprendizagem”

(…)
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflete reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias
fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos
afetos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
(…)

João Luís Oliva [para o “20 Dizer”]


“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago

Ficha técnica e artística

Direção Artística, textos e declamação: José Rui Martins
Arranjos, voz, flautas e m’bira: Luísa Vieira
Som: Luís Viegas / Marco Silva
Luz: Paulo Neto
Fotografia: Ricardo Chaves
Design Gráfico e Espaço Cénico: ZéTavares
Produção: Marta Costa


93ª Produção do Trigo Limpo teatro ACERT


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