SÁB
SÁB
teatro
Para famílias
teatro público escolar
Maiores de 3
40 min.
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sáb
AINDA NADA?
De manhã, bem cedo, o senhor H cava um buraco na terra e deixa cair uma pequena semente, cheio de esperança. Sob o olhar curioso de um pássaro, o tempo avança... mas nada acontece. Ou talvez a semente, oculta e discreta, germina ao seu próprio ritmo.
O senhor H rega-a, sussurra-lhe palavras doces e volta todos os dias para ver como está a crescer.
Mas a espera prolonga-se:
Ainda nada? - pergunta, impaciente. Até que, um dia...
Nesta história, em que a semente é protagonista, somos convidados a escutar o ritmo da natureza (o tempo da germinação e crescimento) e a refletir sobre a nossa relação com a espera, num mundo que exige respostas rápidas e resultados imediatos, esquecendo, tantas vezes, que o que cresce precisa de cuidado, silêncio e tempo.
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PUB. ESCOLAR 7, 8 MAIO
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sáb
Ficha técnica e artística
Direção Artística e Interpretação: Márcia Leite // Dramaturgia e Encenação: Márcia Leite e Sandra Santos // Dramaturgia: inspirada na obra homónima de Christian Voltz (1997), traduzida por Alexandre Honrado (2007), o conto “O Relógio de Sol”, de Carlos Drummond de Andrade, e outras tantas histórias de que é feita a nossa história. // Cenografia e Marionetas: José Luís Loureiro // Figurinos e construção ‘lagarta>borboleta’: Adriana Ventura // Composição Musical: Ricardo Augusto
Márcia Leite sobre os 50 anos da ACERT
Fazer parte. Ser parte.
Sentir. Viver.
Celebrar os 50 anos da ACERT é também atravessar um lugar de memórias — tantas.., difíceis de escolher, de boas a tão boas.
A minha relação com a ACERT vem de longe: primeiro como espectadora, depois como participante em projetos artísticos de envolvência comunitária – uns a título individual, outros enquanto elemento da Zunzum – Associação Cultural – e, recentemente, como criadora e artista independente.
Guardo uma memória com especial carinho: a primeira vez que assisti a um espetáculo da Trigo Limpo teatro ACERT, “À Roda da Noite”, no antigo edifício da Feira, hoje o lugar do palco principal da Feira de São Mateus. Desde então, acompanho, participo, vivo e admiro o trabalho deste grupo — um exemplo e uma inspiração.
No meio de tudo isto, algo raro e bonito: o nascimento de relações feitas de amizade, respeito e admiração.
“ainda nada?”, a minha última criação, nasce também desse caminho.
Nasce da amizade e do companheirismo com a Sandra Santos — a nossa Sandrinha da ACERT — e é acolhido por esta casa de tantos encontros e partilhas, que com carinho e sem hesitação, foi residência artística deste projeto.
Não podia estar mais feliz por fazer parte das comemorações dos seus 50 anos.
Viva o teatro! Viva a ACERT!
Venham mais 50!
Saúde!