12 dez
sáb
16:00
em cena 20 dizer A palavra com som, cor, corpo e alma. Um duo com muita gente dentro.
Classificação
Maiores de 12
Duração
60 minutos
12 dez
sáb
16:00
A palavra com som, cor, corpo e alma. Um duo com muita gente dentro.

em cena

em digressão

Classificação
Maiores de 12
Duração
60 minutos

Calendarização

10 mai
qui
00:00
Santiago de Compostela  (Auditório da Galiza - Santiago de Compostela)
16 mai
qua
00:00
Viseu  (Escola Sec. Viriato)
23 mai
qua
00:00
Fornos de Algodres  (Agrupamento Esc. de Fornos de Algodres)
14 mai
seg
00:00
Viseu  (Welcome Center Viseu)
29 mai
ter
00:00
Viseu  (Agrupamento Esc. do Viso)
28 mai
seg
00:00
Viseu  (Agrupamento Esc. do Viso)
22 mar
qui
00:00
Viseu  (Agrupamento de Silgueiros)
20 mar
ter
00:00
Vila Nova de Paiva  (Vila Nova de Paiva)
16 mar
sex
00:00
Figueira da Foz  (CAE ? Figueira da Foz)
07 mar
qua
00:00
Viseu  (Escola Azeredo Perdigão ? Viseu)
01 mar
qui
00:00
Coimbra  (Conservatório de Musica de Coimbra)
14 dez
qua
00:00
Tondela  (Escola Profissional de Tondela)
13 dez
ter
00:00
Tondela  (Escola Secundária de Tondela)
12 dez
seg
00:00
Tondela  (Escola Secundária de Molelos)
14 nov
seg
00:00
Viseu  (Escola Sec. Alves Martins, em Viseu)
10 dez
ter
00:00
Lisboa  (Lisboa - FJS)
12 jan
sáb
00:00
Guarda  (Festival ARGONAUTAS - Aldeia da Vela (Guarda))
17 mai
qui
00:00
Viseu  (Agrupamento Esc. de Marzovelos)
25 set
ter
00:00
Estarreja  (Bar do Cine-Teatro de Estarreja)
08 fev
sex
00:00
São Pedro do Sul  (Roquivarius - S. Pedro do Sul)
22 fev
sex
00:00
Viseu  (Sala de Ser, Viseu)
23 fev
sáb
00:00
Carregal do Sal  (Fundação Lapa do Lobo, Carregal do Sal)
15 mar
sex
00:00
Coimbra  (Tabacaria da Oficina Municipal de Teatro, Coimbra)
17 mai
sex
00:00
Vila Real  (Teatro de Vila Real (Peq. Auditório))
27 mar
qui
00:00
Lisboa  (Teatro Nacional D. Maria II - Salão Nobre)
20 fev
qui
00:00
Tondela  (Auditório 2)
07 fev
sex
00:00
Tondela  (Auditório 2)
06 fev
qui
00:00
Tondela  (Auditório 2)
25 jan
sáb
00:00
Lisboa  (Lisboa - Teatro Cinearte A Barraca)
23 jan
qui
00:00
Lisboa  (Lisboa - Fundação José Saramago)
28 mar
sex
00:00
Beja  (Teatro Municipal Pax Julia em Beja)
28 mar
sex
00:00
Beja  (Espaço Os Infantes em Beja)
21 mar
sex
00:00
Figueira de Castelo Rodrigo  (Auditório do Agrup Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo)
22 mar
sáb
00:00
Figueira de Castelo Rodrigo  (Casa da Cultura de Figueira de Castelo Rodrigo)
21 mar
sex
00:00
Viseu  (Clube de Viseu (Jardim das Mães))
02 out
qui
00:00
Águeda  (Espaço Johnny 101 (Águeda))
03 out
sex
00:00
Viseu  (Outono Quente (Viseu))
08 out
qua
00:00
Vila Real  (Associação Cultural e Recreativa de Gravelos, em Coêdo · Ciclo Lua Cheia, Arte na Aldeia - Peripécia Teatro)
19 dez
sex
00:00
Castro Daire  (Teatro Regional da Serra de Montemuro - Serões na Serra)
29 set
seg
00:00
Maia  (Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia)
20 mar
sex
00:00
Lisboa  (Teatro Cinearte - A Barraca - Lisboa)
20 mar
sex
00:00
Vila Franca de Xira  (Fábrica das Palavras - Vila Franca de Xira)
21 mar
sáb
00:00
Vila Franca de Xira  (Fábrica das Palavras - Vila Franca de Xira)
28 mar
sáb
00:00
Sever do Vouga  (CAE - Sever do Vougo)
17 mar
ter
00:00
Oliveira de Frades  (Esc. b. Oliveira de Frades)
19 mar
qui
00:00
Viseu  (Esc. S. Alves Martins - Viseu)
10 abr
sex
00:00
Tondela  (Tondela - Feira do Livro da Bib. M. Tomás Ribeiro)
16 mai
sáb
00:00
Nelas  (Cine-Teatro Municipal de Nelas)
23 set
qua
00:00
Viseu  (Museu Grão Vasco - Viseu)
19 out
seg
00:00
Óbidos  (FOLIO - Óbidos - Livraria da Adega)
18 mar
sex
00:00
Oliveira do Bairro  (Oliveira do Bairro)
23 abr
sáb
21:00
Tábua  (Casa da Cultural de Tábua)
09 nov
qua
21:30
Coimbra  (TAGV)
12 nov
sáb
22:30
Carregal do Sal  (Fundação Lapa do Lobo)
08 mar
qua
21:30
Lisboa  (Livraria Ferin)
09 mar
qui
21:30
Lisboa  (Livraria Ferin)
11 mar
sáb
21:30
Lisboa  (CineTeatro - A barraca)
27 abr
qui
11:30
Penacova  (Biblioteca Municipal)
18 mai
qui
21:30
Montemor-o-Novo  (8ª Festa dos Contos)
22 set
sex
21:30
Évora  (Contanário contos e forma de contar)
13 jan
sáb
21:30
Estarreja  (CineTeatro)
25 abr
qua
16:00
Oliveira de Frades  (Biblioteca Municipal)
24 nov
sáb
21:30
Vila Nova de Famalicão  (Joane - espaço fauna)
30 nov
sex
21:30
Oliveira de Frades  (Nespereira)
02 dez
dom
17:00
Mortágua  (Vale de Paredes)
06 dez
qui
21:00
Mangualde  (Cunha Baixa)
07 dez
sex
21:00
Nelas  (Vila Ruiva)
08 dez
sáb
21:00
Tábua  (Vila Nova de Oliveirinha)
09 dez
dom
17:00
Santa Comba Dão  (Treixedo)
14 dez
sex
22:00
Guarda  (Teatro Municipal da Guarda)
15 dez
sáb
22:00
Guarda  (Edifício Cultural de Gonçalo)
16 dez
dom
16:00
Guarda  (Casa da Cultura de Famalicão da Serra)
17 fev
dom
16:00
Porto  (Museu Guerra Junqueiro)
15 mar
sex
12:00
Entroncamento  (Centro Cultural)
15 mar
sex
15:00
Entroncamento  (Centro Cultural)
05 abr
sex
10:30
Coimbra  (Escola de Música São Teotónio)
10 mai
sex
15:00
Viseu  (Escola Secundária Alves Martins)
16 mai
qui
11:00
Viseu  (Auditório CHTV)
14 set
sáb
21:00
Nelas  (Cavalete do poço de Santa Bárbara - Minas da Urgeiriça)
19 out
sáb
21:30
Lisboa  (Escola de Mulheres - Oficina de Teatro, Lisboa)
21 ago
qua
19:00
Ceára  (Theatro José de Alencar - Ceára, Brasil)
22 ago
qui
16:30
Ceára  (Sala Lira Cearente - Ceára, Brasil)
23 ago
sex
19:00
Ceára  (Theatro José de Alencar - Ceára, Brasil)
25 ago
dom
15:30
Ceára  (Praça do Cordel - Ceára, Brasil)
15 out
ter
21:30
Lisboa  (Fundação Calouste Gulbenkian)
11 dez
qua
21:45
Tondela  (Auditório 2, Novo Ciclo ACERT)
12 dez
qui
21:45
Tondela  (Auditório 2, Novo Ciclo ACERT)
12 ago
qua
21:30
Tondela  (Lg. do Terreiro - Parada de Gonta)
13 ago
qui
21:30
Tondela  (Zona de Lazer de Ferreirós do Dão)
14 ago
sex
21:30
Tondela  (Parque de Vila Nova da Rainha)
27 ago
qui
21:30
Tondela  (Zona de Lazer de S. João do Monte)
28 ago
sex
21:30
Tondela  (Multiusos de Sabugosa)
29 ago
sáb
21:30
Tondela  (Associação de Caparrosinha)
08 set
ter
16:00
Tondela  (Instituto Politécnico de Viseu)
26 out
seg
21:30
Lisboa  (A Barraca)
12 dez
sáb
16:00
Viseu  (Instituto Politécnico de Viseu)

20 dizer

“A palavra falada é imediata, local, geral.”
Fernando Pessoa

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num exercício de comunicação, explorando a musicalidade da palavra e a simplicidade de dar voz a seduções emotivas.
A leitura poética voando em múltiplas geografias com sonoridades que a embalam e impacientam.

“(…) A palavra escrita, ao contrário, não é para quem a ouve, busca quem a ouça; escolhe quem a entenda, e não se subordina a quem a escolhe.”
Fernando Pessoa

A interpretação poético-musical a renovar-se na inspiração da palavra. O poema adquirindo novas matizes, corpos e a humanidade em que respira.
A palavra migrando em sonhos, sobressaltos, pavores e coragens. Insubmissa e irreverente.

“No ofício da verdade, é proibido pôr algema nas palavras.”
Carlos Cardoso

A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a sentires e sentidos por onde a palavra devaneia.

“Com raiva,
o poeta inicia a escrita
como um rio desflorando o chão.
Cada palavra é um vidro em que se corta.”

Mia Couto

Palavras de sabor poético ditas e musicadas. Momentos íntimos e despretensiosos espalham recados de indignação ou carinho pelos segredos da vida e por uma felicidade de compartilhar desassossegos.

“[Palavra]
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá
Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca"

Mário Lúcio Sousa

Poesia ambulante? Música à solta? Tão somente, palavras e sonoridades cruzadas por um duo que naturalmente teatraliza situações e sentimentos sinceramente expressos.

“A palavra madura é espetáculo.
Canta.
Vive.
E respira. Para tudo isso
basta
uma mão inteligente que a trabalhe,
lhe dê a dimensão do necessário
e do sentido
e lhe amaine sobre o dorso
o animal que nela dorme destemido.”

Eduardo White

Os inúmeros espetáculos realizados não provam mais nada que não seja o prazer de fazer de cada palco um espaço de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, procurando estreitar distâncias entre o público e a declamação teatral musicada.

“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago



Se é certo que não há coisa sem nome, também é certo que há recantos da vida que não se podem traduzir por palavras.
Mas até esses têm uma – indizível.
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflecte reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos afectos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
É verdade que as palavras às vezes (tantas vezes…) cansam.
Quando nos vêm só falar.
E nada nos vêm dizer…

João Luís Oliva



SESSÕES ESPECIAIS PARA PÚBLICO ESCOLAR

Momentos de maior comunicação e interação com alunos e professores, abordando a importância do humor nos processos de aprendizagem.
Uma ocasião de certificação do sábio pensamento de Millôr Fernandes: “Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz”.

A poética da palavra como ferramenta de animação emotiva na sala de aula.
O imaginário poético e o humor no despertar dos processos criativos de incentivo à escrita e leitura.

“O mundo gira sobre palavras lubrificadas com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em boa paz com as suas contrárias e inimigas.”
José Saramago

Ficha técnica e artística

Direção Artística, textos e declamação: José Rui Martins
Arranjos, voz, flautas e m’bira: Luísa Vieira
Som: Luís Viegas / Marco Silva
Luz: Paulo Neto
Fotografia: Ricardo Chaves
Design Gráfico e Espaço Cénico: ZéTavares
Produção: Marta Costa


93ª Produção do Trigo Limpo teatro ACERT


Sinopse

José Rui Martins e Luísa Vieira partilham o palco num desafio artístico que explora a musicalidade da palavra dita, cantada e teatralizada, voando em múltiplas geografias.
Os textos e poemas adquirindo inovadas abordagens teatrais num repertório que se renova em cada apresentação.
A palavra migrando em sonhos, insubmissões e coragens. A música em incessantes movimentos, adoçando e resistindo a impulsos e sentidos onde a palavra devaneia.
Poesia ambulante? Música à solta? Tão só os encantos da escrita a deambular na voz de quem com ela se comove para criar momentos onde os sentimentos são sincera e despojadamente expressos.
Mais de uma centena de apresentações nacioanais e internacionais e a edição do trabalho discográfico “20 Dizer | RECados” comprovam que o prazer de fazer de cada palco ou lugar improvável, um espaço de encontro e de relação emotiva com audiências que saboreiam um duo com muita gente dentro. Teatros, bares, bibliotecas, escolas, hospitais e espaços não convencionais têm acolhido este espetáculo que se ajusta a audiências distintas, renovando o repertório continuamente.
Sessões especiais para público escolar
Diálogo poético-musical sobre “A importância do humor na aprendizagem”

(…)
É a palavra que gera convergências e conflitos, lágrimas, sorrisos e gargalhadas, abraços e adversidades; que reflete reverências e sarcasmos, proximidades e distâncias.
A palavra é sede e sede de criação e liberdade.
Vale dizer que a música, o gesto, a pintura, como formas de expressão e comunicação, terão mais universalidade e menos fronteiras. Mas não são elas igualmente pautadas por códigos, discursos e gramáticas de muito diversas geografias sociais e culturais? Não terão as suas próprias
fronteiras?
É que a palavra também não tem pátria. É, ela própria, pátria; uma das muitas pátrias dos nossos
afetos.
A palavra tem som, cor, corpo e alma.
(…)

João Luís Oliva [para o “20 Dizer”]


“Cada palavra é dita para que não se oiça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça.”
José Saramago


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